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10/10/2015 - 19:08 H
 

Com time indefinido,Marcelo Oliveira se preocupa com zaga...

Com time indefinido, Marcelo Oliveira se preocupa com zaga do Palmeiras

Treinador cobra mais atenção do Palmeiras e vê disputa novamente aberta no setor: “Ainda estou procurando o melhor companheiro para o Vitor Hugo”

Com pouco mais de três meses no comando do Palmeiras, Marcelo Oliveira ainda trabalha para encontrar uma formação ideal. E o motivo de maior dor de cabeça do treinador tem sido o desempenho defensivo alviverde, principalmente nas últimas rodadas.

Após diversos testes, a equipe vinha atuando com Jackson e Vitor Hugo como titulares nas últimas rodadas. Mas para a partida contra a Ponte Preta, na próxima quarta-feira, na arena, a dupla não será mantida porque Jackson terá de cumprir suspensão automática.

– Teve um momento do campeonato que éramos o melhor ataque e a segunda melhor defesa. O momento era bom, de uma arrancada forte, ficamos cinco jogos sem levar gol. Aí começaram as contusões, suspensões e a baixa de produção. Ainda estou procurando o melhor companheiro para o Vitor Hugo. Uma zaga se faz pelo casamento da dupla. Até que melhorou um pouco jogando o Jackson, mas passamos a levar gol de bola parada. Levamos contra o Inter lá e aqui, contra o Corinthians, no último jogo também – disse o técnico.

No último domingo, o Verdão visitou a Chapecoense e foi goleado por 5 a 1. O resultado tirou os palmeirenses do G-4 do Brasileirão, agora ocupando a sexta colocação com 45 pontos. Com a semana livre de jogos, Marcelo Oliveira tem treinado o setor e cobrado mais atenção.

– É um pouco mais de desatenção. Se tem vinte times e você está em sexto, há capacidade de melhorar um pouco. Está razoável – completou o treinador, falando sobre o desempenho defensivo palmeirense.

Depois de um início arrasador, com sete vitórias, um empate e duas derrotas nas primeiras dez partidas, Marcelo Oliveira viu o Palmeiras ser prejudicado pela irregularidade, principalmente depois que se credenciou como um dos candidatos ao G-4 do Campeonato Brasileiro. Hoje, depois de 27 jogos no comando do time (são 15 vitórias, quatro empates e oito derrotas), o treinador lamenta a sequência de desfalques e diz que ainda vê o time em formação.

– Quando chegamos aqui, na Copa do Brasil o Palmeiras tinha empatado em casa com o ASA e no Brasileiro estava em 14º ou 15º, e precisava de recuperação. Nesse aspecto está bom. Estamos na semifinal da Copa do Brasil, brigando com outros adversários pelo G-4. No aspecto de produção sempre queremos um time jogando com mais equilíbrio, constância, de forma mais natural. Temos um bom trabalho, um grupo comprometido, mas não temos um time. Ele está sendo moldado ao longo do campeonato, com jogos difíceis e lesões constantes – analisou.

GloboEsporte