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18/02/2018 - 11:51 H
 

À espera de ser titular no Palmeiras, Scarpa volta ao berço

À espera de ser titular no Palmeiras, Scarpa volta ao berço de seu futebol

Meia revê Campinas, onde nasceu e chegou a jogar pela Ponte Preta, adversário deste domingo

Nome mais disputado do futebol nacional ao final da temporada passada, Gustavo Scarpa optou pelo Palmeiras mesmo ciente de que teria forte concorrência. Estar no banco de reservas atualmente é prova. Ele, porém, não deixa de sorrir.

Em entrevista na última sexta-feira, antevéspera da próxima partida da equipe (contra a Ponte Preta, em Campinas, sua cidade natal), o meia de 24 anos reforçou a tese de que, em vez de ser prejudicial, a disputa com outros grandes jogadores lhe é benéfica para evoluir.

– E o Roger (Machado, treinador) já disse ao grupo, de forma geral, que todos terão oportunidade. Ele sabe o elenco que tem em mãos. Sabe que jogador para estar motivado tem que estar jogando ou ciente de que pelo menos vai ter oportunidade. O que tenho que fazer é treinar e dar meu máximo – disse.

Até aqui, Scarpa entrou apenas no segundo tempo de três das sete rodadas do Campeonato Paulista – ele estreou depois da maioria porque sua contratação foi finalizada em meio à pré-temporada.

Agora, com a arrancada do Palmeiras no início da competição, a tendência é que tanto ele quanto outros jogadores pouco aproveitados comecem a ganhar mais oportunidades como titulares. Na quinta-feira, foi a vez de Guerra. A de Scarpa talvez não seja ainda neste domingo, mas, independentemente disso, haverá reforço na torcida.

– Sai bastante gente (de Hortolândia, cidade próxima, onde mora a família) para lá. Na época do RB, saía muita gente. Como o time não tinha muita torcida, a gente acabava levando todos os familiares e amigos para o estádio. É uma oportunidade única, um jogo tão perto de casa. Com certeza a família e os amigos vão comparecer.

A cidade onde Scarpa nasceu foi também onde ele deu seus primeiros passos no futebol. Embora tenha iniciado no campo com a camisa do Guarani, o ex-jogador do Fluminense teve uma passagem rápida também pelo salão pontepretano.

– Eu já estava para ir para o Guarani, tinha treinado algumas vezes. Tinha de oito para nove anos. Meu pai conhecia o pessoal da Ponte também. Lembro bem pouco. São dois times que passam por momentos complicados, e espero que um dia estejam entre os tops do Brasil. Neste ano vai ter Dérbi, e com certeza vou acompanhar.

GloboEsporte