Identificados e processados: A resposta do Palmeiras aos vândalos da sede
Além de responderem por crime ambiental, infratores serão acionados por Leila Pereira após ataques à honra da presidente.
A revolta que manchou os muros da sede social do Palmeiras, logo após a goleada sofrida para o Novorizontino, agora tem rostos e nomes. Em uma resposta rápida, a Polícia Civil de São Paulo identificou os quatro homens responsáveis pelo ato: Paulo Sérgio Goes De Oliveira, Murilo Landim Baldi, Murylo Mikael Santos e Deivison Correia Carvalho – este último, com histórico de prisão por envolvimento em brigas de torcidas organizadas.
A identificação dos infratores desencadeou uma reação imediata na justiça. O Palmeiras processará o grupo por crime contra o patrimônio urbano, enquanto a presidente Leila Pereira moverá ações individuais por calúnia e difamação. O estopim para a medida pessoal foram as mensagens que extrapolam a crítica esportiva, como a pichação que acusava a dirigente de roubo.
As frases espalhadas pelos muros também miraram o técnico Abel Ferreira e o planejamento do futebol para 2026, questionando se a “magia” do treinador teria chegado ao fim. O descontrole de parte da torcida se deve ao placar de terça-feira: a derrota por quatro gols de diferença foi a pior do clube em quase 11 anos, igualando-se em gravidade apenas ao revés sofrido diante da Chapecoense, em 2015.
Fonte: Globo Esporte


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